Brasília - O juiz da 13ª Vara Federal do TRF da 4ª Região, Sérgio Moro, participa de audiência pública na Comissão Especial do Novo Código de Processo Penal (PL 8.045/10), na Câmara dos Deputados (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro, quer conceituar organizações criminosas e alterar 14 leis

FONTE: O SUL O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, anuncia nesta segunda-feira (04) seu pacote de projetos

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Israel é reconhecido por sua resposta rápida a catástrofes e está entre os primeiros países a prestar assistência humanitária a áreas afetadas por desastres. A FDI (Unidade Nacional de Resgate das Forças de Defesa de Israel) foi criada em 1984 para lidar com ameaças com as quais o país lida regionalmente, como atentados terroristas. Mas, em 1985, começou a participar de eventos trágicos pelo mundo. Desde então, atuou em 25 desastres, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo. O primeiro foi no México, que sofreu, naquele ano, um terremoto. A unidade retornaria ao país latino-americano em setembro de 2017, quando levou 71 soldados após mais um tremor de terra. Ela atuou também em países como Argentina, Chile, Haiti, Filipinas, Japão, Turquia e Nepal. No Brasil, onde uma barragem se rompeu em Brumadinho (MG), é a primeira vez. A delegação que chegou no domingo (27) a Minas Gerais tem mais de 130 soldados e oficiais reservistas, entre eles especialistas em engenharia, médicos e pessoal de resgate, além de soldados da Unidade Canina Oketz, bombeiros da Brigada de Incêndio Lehava e membros da unidade submarina da Marinha. Ela é chefiada pelo comandante da Unidade Nacional de Resgate, o coronel Golan Vach. “Também já ajudamos em buscas e resgates em países cujo relacionamento diplomático é mais frio com Israel. Nosso objetivo é justamente ser uma ponte universal”, disse o major Motti Finkelstein, vice-comandante da Unidade Nacional de Resgate das Forças de Defesa de Israel. As tropas levaram consigo para Brumadinho dispositivos de sonar e drones, além de cães farejadores, para a missão. “A partir do momento em que a diretriz veio, uma série de avaliações e preparações foram feitas para entender o desafio de lidar com locais dizimados como resultado do desastre”, disse o porta-voz Ronen Manelis. A brigada é conhecida por sua mobilização imediata, análise rápida da situação, pesquisa de engenharia de edifícios, provisões de assistência médica e uso de equipamentos tecnológicos logísticos avançados. No momento do embarque, os membros da delegação não escondiam a ansiedade: “Esperamos toda a noite pelo sinal verde e isso me deu muito tempo para pensar sobre o que iríamos fazer”, disse o capitão Eden Dinu. A missão é a primeira depois que a Brigada de Busca e Resgate do Comando da Frente Interna das Forças de Defesa de Israel – da qual a Unidade de Resgate Nacional faz parte – foi aceita, em novembro de 2018, como membro do Grupo Consultivo Internacional de Busca e Resgate das Nações Unidas, uma aliança internacional de 80 países com sede na Suíça que se mobiliza para ações de resgate pelo mundo.

FONTE: O SUL Não são apenas os cargos de comando da Mesa Diretora e de comissões e a possibilidade de

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