Rio Grande do Sul teve 15 mortes por gripe em 2019, aponta Secretaria da Saúde

FONTE: G1.COM/RS

Levantamento com casos contabilizados até sábado (6) foi divulgado pela pasta do governo estadual. São três a mais que o balanço anterior, e 67,4% menos em relação ao mesmo período do ano passado.
O Rio Grande do Sul teve neste ano, até o último sábado (6), 15 mortes causadas por gripe, segundo aponta boletim divulgado nesta quarta-feira (10) pela Secretaria Estadual da Saúde. São três a mais que o levantamento anterior.

Os casos mais recentes foram registrados em São Francisco de Paula, Porto Alegre e Passo Fundo (veja as informações de cada paciente abaixo). O vírus Influenza A H1N1 causou 10 mortes. Outras três foram provocadas pelo A H3N2. Ainda foi registrado um óbito pelo tipo B e um último por um vírus A não subtipado.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o número caiu 67,4%. Eram 46 vítimas do vírus na 27ª semana epidemiológica de 2018, correspondente à que terminou no último sábado.

Outras cinco mortes registradas no levantamento foram causadas por outros vírus – três pelo Adenovírus, uma pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e outra pelo Parainfluenza. Assim, o total de vítimas de síndrome respiratória aguda grave e vírus respiratórios chega a 20, de um total de 100 notificações.

Outras 78 mortes não tiveram identificação viral, e duas ainda estavam em investigação até a publicação do levantamento.

Ao todo, foram confirmados 118 casos de gripe e 326 de infecção por outros vírus. Outros 320 ainda estavam em investigação, de um total de 1.610.

Mortes por gripe em 2019

Em São Francisco de Paula, uma mulher de 50 anos morreu após ser infectada pelo Influenza A H1N1 no dia 8 de julho. Ela tinha asma e não foi vacinada.

Em Porto Alegre, em 28 de junho morreu uma idosa de 82 anos, infectada pelo vírus da gripe A H1N1. Ela não foi vacinada, e tinha histórico de doença cardiovascular, diabetes e imunodeficiência.

Em Passo Fundo, um homem de 37 anos morreu em razão de infecção pelo Influenza A H1N1, no dia 2 de julho. Ele não tinha histórico de doenças crônicas.

Em Três Coroas, morreu um idoso de 74 anos pelo Influenza A H1N1. Ele tinha histórico de doença cardiovascular crônica e diabetes, e não foi vacinado neste ano.

Em Capão do Leão, um menino de cinco meses morreu vítima do vírus A H1N1. O bebê tinha doença cardiovascular crônica, e a mãe não havia sido vacinada.

Em Pinhal da Serra, um homem de 62 anos morreu após sofrer o contágio de um vírus Influenza A não subtipado. Ele não tinha histórico de doenças graves, e não estava imunizado.

Em Porto Alegre, um idoso de 76 anos morreu vítima do vírus H3N2. Ele tinha outras doenças crônicas, como diabetes e cardiopatia, e estava vacinado.

Um homem de 55 anos, de Santo Ângelo, Região Noroeste, morreu por gripe A (H1N1), no dia 16 de junho. Ele não havia sido vacinado.

Uma mulher, de 54 anos, moradora de Alegrete, na Fronteira Oeste, morreu no dia 27 de maio vítima de H1N1. Ela não havia sido vacinada na última campanha.

Um homem, de 54 anos, morador de Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, morreu por gripe A (H1N1) no dia 30 de maio. Ainda não se sabe se ele era vacinado.

Em Sapiranga, uma menina de 11 meses foi vítima da doença, no dia 19 de maio. O laudo confirmou que ela teve H3N2, além de bronquiolite aguda.

No dia 11 de maio, em São Gabriel, um idoso morreu depois de contrair o tipo de vírus influenza A H1N1.
Em 2 de maio, uma paciente, de 79 anos, que morava em Barra do Ribeiro, morreu após ter sido internada em Porto Alegre com infecção pela variação H3N2.

Também foi registrada outra morte por gripe A H1N1 em Três Coroas, no Vale do Paranhana, além de um caso em Santa Rosa, no Noroeste do estado, onde uma pessoa morreu por influenza B.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.